Por que o controle de pragas é crítico no food service
No setor de alimentação, controle de pragas não é opcional: é exigência sanitária e fator de sobrevivência do negócio. Uma barata na cozinha, um roedor no estoque ou uma foto nas redes sociais podem gerar interdição pela Vigilância Sanitária, multas, perda do alvará e um estrago de reputação que se espalha em minutos.
O que a Vigilância Sanitária exige
A RDC ANVISA 216/2004 estabelece as boas práticas para serviços de alimentação. Entre os pontos avaliados:
- •Controle integrado de pragas com empresa licenciada
- •Comprovante e laudo técnico das aplicações
- •Ausência de vetores em áreas de manipulação e estoque
- •Vedação de frestas, ralos e pontos de entrada
- •Armazenamento adequado e gestão de resíduos
A norma ABNT NBR 15635 complementa com requisitos específicos de boas práticas para o food service.
Pragas mais comuns em restaurantes
- •Baratas — atrás de fogões, ralos e áreas úmidas
- •Ratos e camundongos — estoque, forros e áreas externas
- •Moscas — atraídas por lixo e resíduos orgânicos
- •Formigas — trilhas até açúcar e alimentos
Como funciona o controle profissional
A Orkin trabalha com Controle Integrado de Pragas (CIP): inspeção dos pontos críticos, iscas e géis *food-safe* (sem odor e sem parar a operação), estações de monitoramento na cozinha e armadilhas luminosas para insetos voadores. As visitas são programadas fora do horário de pico e cada atendimento gera laudo assinado por responsável técnico — pronto para a fiscalização.
Frequência ideal
Depende do risco e do histórico, mas restaurantes costumam precisar de visitas quinzenais ou mensais. Redes ganham com um contrato único, protocolos padronizados e relatórios consolidados por unidade.
Proteja seu restaurante e sua marca. Fale com um especialista Orkin: (21) 99211-5264.Precisa de ajuda profissional?
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